Umas portas abertas
Outras entreabertas, pequenas frestas...
Algumas portas escancaradas
Desesperadar pelo entrar
Toda minha vontade mora nessa sua, nua e crua.
Questiono as genialidades, Espertos dando uma de burro. Inquieto ao alheio, nada me passa atoa, não sei desperceber. Bom é saber da solidão como uma vaga lembrança, Saber deitar no colo depois de muitos anos. Querer poder tocar todos os instrumentos. E mesmo assim ficar em silêncio, ouvindo a criação. Imagina ação.
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