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Pediu perdão
Dobrou os joelhos
Chorou o fel da fé

Teve medo desmerecedor
Dormiu sem sono
Acordou no chão de estrelas

Mas quando pediu
O divino calou-se
Deixando as respostas cheias de lembranças 

E com a crença 
Acendeu um fino pavio 
Ergueu-se de luz

Agora que perdeu
Torna o futuro um encontro
Tanto faz se é poema ou conto...

Eu daqui acordo a paz 
Solto meus pássaros azuis 
E deito nu de sensações.

André Luz


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