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Pediu perdão
Dobrou os joelhos
Chorou o fel da fé

Teve medo desmerecedor
Dormiu sem sono
Acordou no chão de estrelas

Mas quando pediu
O divino calou-se
Deixando as respostas cheias de lembranças 

E com a crença 
Acendeu um fino pavio 
Ergueu-se de luz

Agora que perdeu
Torna o futuro um encontro
Tanto faz se é poema ou conto...

Eu daqui acordo a paz 
Solto meus pássaros azuis 
E deito nu de sensações.

André Luz


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Questiono as genialidades,   Espertos dando uma de burro.   Inquieto ao alheio, nada me passa atoa, não sei desperceber.  Bom é saber da solidão como uma vaga lembrança,  Saber deitar no colo depois de muitos anos.  Querer poder tocar todos os instrumentos. E mesmo assim ficar em silêncio, ouvindo a criação. Imagina ação.
Musica! Villa's Trindade André Luz Gaita em Sol, Violão em Lá! Músicas autorais e dos outros! Sextas as 19h Sábados as 20h Uma publicação compartilhada por André Luz (@andreluzparaty) em Out 6, 2017 às 10:30 PDT

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Onde olha a coruja, Coruja dorme. No galho o pescoço girado, Misteriosa, sinistra e calada Fica Forte e penetrante Olha Voa quando anoitece Abre as asas quando enlouquece Como é viva come.