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De cara!



Tudo meu pra te dar 
Não sabe nada como querer
Então me abraça com seus espinhos em riste
Eu sangro desejo

Se espalha berrando aos 4 cantos que És Mil em mim em Tudo
Eu senil, um juvenil na arte de te ter.
Me faz bem demais, 
Depois lá vou eu no barco que soprou
Pra puta que pariu

Desejos sobram pelas sobras
Mas não é minha a minha alma.
Minha é a minha vida, é eu sopro de Deus. 
Minha é a gostosa vontade de ser feliz

Eu sou feito de essência
Uma simples ciência
Um pouco de lucidez
Mais de surpresa
Quase nenhuma demência
Muitas medidas de carência
Minha existência

Sou mar azul de cor
Sou concha, sou búzio, sou sal.
Que traz no cio a perola que adorna seu pescoço

Eu velho, criança bem moço.
Esqueço que sofrer é dor
E me digo.



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