Sofro da carência, doença da necessidade projetada, pinga na veia da emoção, queria ser dono do mundo pra sentir isso não.
Questiono as genialidades, Espertos dando uma de burro. Inquieto ao alheio, nada me passa atoa, não sei desperceber. Bom é saber da solidão como uma vaga lembrança, Saber deitar no colo depois de muitos anos. Querer poder tocar todos os instrumentos. E mesmo assim ficar em silêncio, ouvindo a criação. Imagina ação.
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