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... A palavra que eu disse cantada pelo amigo Marcelo Bizar.


...

Rá!
A boca costurada com arame farpado
Me larga essa brisa ou escarro
Então umas duas ou tres palavras bastam
E pensar poesia vira o vício e a semântica do pensamento ou precipício, abrir dos olhos e flertar com os inícios.
O corpo debuta inconsciente e contínuo em cada faze num indo e vindo, balanço de sensações, estáveis e efêmeras, deixando o ritmo nascer
Do coração:
Que se rebate e expulsa o sangue
Me tenta a achar um único furo futuro pra sumir e morrer livre da escravidão de me deixar vivo,
Eu sinto o pulso me dando tempo
De onde sou infinito
Por fim, me faço massagem em você.

André Luz


Pra ouvir de cantar o que escrevi acima, clica aqui!

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