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Não é recado!

Indefiro métodos reusando verbos
Supondo versos férteis que se agrupam das andanças
E quase piro numa doce fada de asas em brasas que paira sobre minha área desejosa
Seu olhar mascavo, não me curvo e sim debruço, abro a prova e salvo o gosto.

No revés do conchar ao lado eu durmo bem melhor em paz sozinho
Refazendo o elemento nos braços de abraços, sinto o jazz do rock pesado
Somando mais sem calculamento, abrupta me e se evoca suas encarnações maldosas
Engenhos de idéias destilam seus anseios por receios, acredito mais em mim que seu umbigo 
Amor dorme e acorda quando quer, feito amor de índio, feito a fé...

Não vê transpor que é claro da vida a dúvida
Quando eu não estava ali e expurgou-me como se estivesse dentro
Deu demais por sobrar tão pouco e não restou nada além da falta de vontade
Trocado talvez o certo cereja do errado caiba num copo de bebida abando

Quem sabe essas covas que desponta a boca
Dizendo cavar se eternos precipícios
Indícios cítricos sem sombra
Teu olhar não passou de meu precipício

E esse fim nada mais é que um novo início.

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