Amanhã eu volto a tocar, ao receber este convite há pouco, relutei em virtude da dor que ainda persiste em estar presente, mas pensando melhor, usarei minha técnica para redistribuir os golpes de acordo com a limitação do braço esquerdo, e voltar tranquilo ao meu mar de ondas sonoras, o que sou é o que eu faço, então...
Questiono as genialidades, Espertos dando uma de burro. Inquieto ao alheio, nada me passa atoa, não sei desperceber. Bom é saber da solidão como uma vaga lembrança, Saber deitar no colo depois de muitos anos. Querer poder tocar todos os instrumentos. E mesmo assim ficar em silêncio, ouvindo a criação. Imagina ação.
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