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Pilhéria!


Pediu-me sentido e fiquei sem tato.
Ensurdeceu comigo enquanto me calo;
Feriu meu brio e não me escondeu.
é o que há, ardeu.

Dissolver o que é maldade em torno da ilusão.
Até que eu não sinta dor, ilusão.
E traga num só gole
O seu sincopado
Desalinhado ao Breu do carinho.
Do carinho
Do carinho.
Agora!
Cortou o que sinto,
Abriu meu infinito
Surgiu doendo feito inflamação
Feito essa poesia
Quente, úmida, calafria.
Traiu seus princípios
Como se também não fossem meus
Só! 
Assim fui por aí fluir o que há de melhor em mim
Só!

Tragaram minhas estrofes, Estou sem rima agora
Só!
Eis
Surgirá o dia da caça
Valer deste dia a sorrir.
Virá o egoísmo
Vingando-se de nós.

Deixando a gente ser feliz
Longe                um             do                 outro.
Perto de nós.

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