Pular para o conteúdo principal

Curumin - Mistério Stereo




Eu fiz um par de brincos
Pra brincar todo dia
Todo dia, todo dia
Com a sua impecável e distinta harmonia
Harmonia, harmonia
Como se fossem duas notas da simples melodia
Melodia, melodia
Um mistério stereo que eu te cantaria
Eu cantaria, cantaria
Pra vibrar em cada canto dominante no seu coração
Rodeando, balançando, enfeitando
Seu ouvido, seu pescoço, seu corpo, sua casa, seus jardins
Contrapondo seu ritmo, seu som
Tornando sua alma dissonante enfim
Se eu pudesse
Ah, se você percebesse
Que eu faço de tudo só pra te encantar
Todo dia, eu cantaria, todo dia
Eu fiz um par de brincos
Pra brincar todo dia
Todo dia, todo dia
Com a sua impecável e distinta harmonia
Harmonia, harmonia
Como se fossem duas notas da simples melodia
Melodia, melodia
Um mistério stereo que eu te cantaria
Eu cantaria, cantaria
Todo dia, essa melodia
No seu ouvido, no seu pescoço, sua casa, na sua vida
Eu cantaria...

Comentários

  1. Saudade é pouca coisa
    Bobagem estupida
    Eu se pudesse agora sumia
    Ia pra onde nada existiria.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Imagina ação.

Questiono as genialidades,   Espertos dando uma de burro.   Inquieto ao alheio, nada me passa atoa, não sei desperceber.  Bom é saber da solidão como uma vaga lembrança,  Saber deitar no colo depois de muitos anos.  Querer poder tocar todos os instrumentos. E mesmo assim ficar em silêncio, ouvindo a criação. Imagina ação.

Cacos que vão

Eu, O químico e aquela turma toda na mesa, Giba se aliando a turma do bem, tentando me seduzir pra ficar por ali, mas Tiago me chamava pra rua atrás do Teatro, ele e Irã que parecia um garoto mas era mais velho que eu, disseram que tinha algo lá... Depois que voltamos, o som rolava, Giba nas maracas antenava o óbvio da noite ao um suave desengonçar da alegria, a música sorria, tocando Eu Quero Ser Feliz Também, alguns se engraçaram a dançar, no meio da música quase todos, eu olhava aquelas mangueiras todas espalhadas pela rua, tudo é tão inesperado ao olho nu... Jorge numa barba rala branca, uma voz miúda e muito baixa, numa boina que o escondia e o mostrava, lá do fundo de seus olhos azuis, me falava de fazermos uma tournée pelo norte, numa nova linguagem trazendo minha influência do sudeste, as ideias nos abraçavam enquanto cada copo cheio era um novo brinde, pareciam todos felizes por estarem aí, Saúde! Paz! TEARS! Valeu!  E o diabo a quatro... Depois que já eram mais...

GRuuuoo

Onde olha a coruja, Coruja dorme. No galho o pescoço girado, Misteriosa, sinistra e calada Fica Forte e penetrante Olha Voa quando anoitece Abre as asas quando enlouquece Como é viva come.