Questiono as genialidades, Espertos dando uma de burro. Inquieto ao alheio, nada me passa atoa, não sei desperceber. Bom é saber da solidão como uma vaga lembrança, Saber deitar no colo depois de muitos anos. Querer poder tocar todos os instrumentos. E mesmo assim ficar em silêncio, ouvindo a criação. Imagina ação.
Casos e acasos do artista André Luz

Tais afiado heium cumpade! Belo poema! Mais um pronto para o Desmaio!
ResponderExcluirObrigado Zaray, minhas palavras não pretendem, apenas querem.
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